O Sapo
Certa vez, J. C. olhando para terra, observou que, especificamente para selva Amazônica, ele percebeu que os animais estavam muito calmos, tristes e serenos.
E ai ele retrucou, com Pedro céus, eu tenho que fazer alguma coisa para agita o pulmão do mundo, pois ela está muito pacata e nervosa com a Devastação e Extinção dos Animais. A selva esta com serio problema.
Em seguida chamou o seu secretário particular e para assuntos politicos Pedro, e comentou que queria fazer um agito na selva, mas para isso iria precisar de uma ajudinha do maior fofoqueiro e canastrão da selva. Quem será? Quem será, é ele mesmo, o Macaco, sim ele mesmo. Para movimentar e agitar o habitat da bicharada.
Em seguida o Pedro convocou uma reuniao com macaco e concedeu-lhe a missão.
Assim que o macaco pisou a margem do Rio Negro com o Rio Solimões (Encontro das Águas), ja começou a espalhar a discórdia e lambança na selva amazônica. E foi embora para dentro da mata virgem, e logo ele percebeu que o vento era fresco, e de cara encontrou a Anta, e foi logo dizendo que o homem mandou dizer: Todo bicho da boca grande vai morrer, e na seqüência deparou com a Anaconda, que já estava de olho na Anta, e lhe disse que o homem mandou dizer: Todo bicho da boca grande vai morrer, e assim ele se foi de galho em galho, espalhado à fofoca no reino animal.
E já quase no final da tarde, cansado, encontrou o seu grande amigo, O Sapo, que foi logo lhe dando a noticia que o homem mandou dizer: Todo bicho da boca grande vai morrer, quando o sapo ouviu aquela coisa, espantado arregalou os olho fez uma tremenda cara feia, que em alguns segundos ficou em silencio e fazendo uma cara mais cínica do mundo, começou fazer um biquinho bem acentuado, retrucou-lhe dizendo: Meu caro amigo Macaco Eu só tenho pena do compadre Jacaré.
MANAUS ANTIGA - MANÁOS